
FRANK ROSOLINO
Minha paixão pelo trombone nasceu ao ouvir o solo de FranK Rosolino em "Over the Rainbow", no seminal álbum "Sketches on Standards" da banda de Stan Kenton -(vou postá-lo na próxima semana). Antes de Rosolino o trombone era associado ao grande J.J.Johnson, com seu estilo tradicional. Com Frank Rosolino o "approach" mudou: ele criou sua própria linguagem, com um freaseado ágil e um ataque poderoso - ainda que aveludado pela sonoridade típica do "West Coast Jazz". Em suma: Rosolino foi um marco na evolução do trombone. Pra nossa alegria a "latinidade" necessária à postagem está em "Quiet Nights" (Corcovado) do mestre Jobim.
(*)Assisti ao vivo, em 1978, a uma extraordinária performance de Rosolino e Raul de Souza em São Paulo, num Festival de Jazz em São Paulo. Para minha surpresa, o nosso amigo LUIZ HARDING - não sei como - GRAVOU esse encontro dos dois gigantes e me mandou a gravação, que vou postar no fim de semana.
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FRANK ROSOLINO
Born in Detroit, Michigan, Rosolino studied the guitar with his father starting at age 9. Frank took up the trombone at age 14. He became famous during a stint in the most popular of Stan Kenton's progressive big bands, (1952-1954), and settled in Los Angeles, where he worked with everybody in the business. He attempted to maintain his popularity in the 1970s through high-profile associations with non-jazz bands, including Tower of Power and Brass Machine, but most fans remember this period in his career through his association with Med Flory's Supersax. Rosolino was also a talented vocalist, renowned for his wild form of scat-singing. He recorded one vocal album, Turn Me Loose!, featuring both his singing and trombone playing. Frank's third wife, and the mother of their two sons, committed suicide in February 1972 in
Los Angeles, California, and he was overheard telling his girlfriend that her suicide forced him to contemplate his own death. He died in 1978 in Van Nuys, California, committing suicide after shooting both sons, Justin, 9, and Jason, 7. The International Trombone Association established its first award for jazz trombone in Frank's memory, and he continues to be remembered as one of the greatest jazz trombone players of all time.
(CB)
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MINHA OPINIÃO - velhos companheiros na banda de Stan Kenton, Rosolino e Candoli se reencontram neste álbum gravado ao vivo em 1975 no "Domicile" Jazz Club, em Munich, Alemanha. O pianista Rob Pronk é Holandês e o baixista Isla Eckinger é Suisso. O baterista Todd Canedy é americano. O entrosamento do grupo é fantástico e os inspirados duetos de trombone e piston têm o carimbo de qualidade e elegância dos dois "cracaços". Uma MARAVILHA !
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FRANK ROSOLINO & CONTE CANDOLI: JUST FRIENDS
PERSONNEL:
Conte Candoli (trumpet)
Frank Rosolino (trombone)
Rob Pronk (piano);
Isla Eckinger (bass)
Todd Canedy (drums)
TRACKS
1. Stella by Starlight
2. Just Friends
3. There Is No Greater Love
4. Well You Needn't
5. Quiet Nights
6. My Funny Valentine
4 comentários:
DOWNLOAD LINK:
http://www.mediafire.com/?zjxw5nqy1kn
Amigo CB,
mais uma vez foi inevitável, tive que fazer um link de meu blog para esse post fundamental. Belíssimo o encontro desses 2 fantásticos músicos. Me lembro muito bem deste festival a que vc se referiu, foi uma edição do festival de Montreux do Claude Nobs realizada em sampa. Eram figurinhas fáceis pelos diversos espaços do Anhembi uma trinca de ouro muito bem afinada, Raul de Souza, Rosolino e o pianista Jimmi Rowles. Sempre solícitos e com enorme simpatia em conversar com os fãns. Parabens pelo excelebnte trabalho!
PS. Em tempo, lhe convido ao meu incipiente, ainda, blog: hotbeatjazz.blogspot.com be my guest too! Outra coisa, percebi q vc conhece bem a noite musical petropolitana. Por acaso conheceu a Cantina Nino, ao lado da churrascaria Maloca, encima do posto de gasolina? Toquei por lá no final dos 70 e início dos 80 com Nino e Raphael D'aquino. Nino era um excelente sax tenor e um grande amigo. Será que já nos conhecemos? Manoel Gusmão, Bill Horne e João Palma tb foram meus vizinhos e amigos de copo no Bar Bofetada em Ipanema. Acho que temos e tivemos alguns bons amigos em comum.
Abraços
Mauro Perez
OI MAURO,
Claro que conheci a Cantina Nino: dei muita canja por lá...
Depois o Edison Machado e o João Donato comprarar a casa e a transformaram no BREGUET`S. Aí a coisa ficou boa! O grupo fixo, além do EM e do JD tinha Oberdan Magalhães, Manoel Gusmão, Marku Ribas e Miúcha. E as canjas incontáveis, pois todo mundo subia a serra prá tocar lá.
Certamente a gente tem vários amigos em comum e já se cruzou aí pelas canjas da vida.
Um abraço.
CB
Amigo CB,
que mundo pequeno hein? Nessas horas é que me lembro de uma frase dita pelo amigo Luis carlos Antunes, produtor e apresentador do programa o Assunto é Jazz na Radio Fluminense FM: "Jazz é a arte de se fazer amigos". Não soube desse time que vc citou, time de peso hein? Depois da morte do Nino não voltei mais a Petrópolis, era muito ligado a ele e uma nostalgia triste me acompanhava por aquelas bandas. O Oberdan eu conheci através do amigo Barrosinho, que costumava dizer que o mundo, para ele, tinha produzido 2 tenoristas diferenciados: Coltrane e Oberdan. De fato ele nunca mais utilizou um saxofonista em seus trabalhos, uma espécie de viúvez musical. Como não existia a facilidade da internet, acabei perdendo o contato com Gusmão quando fui morar e trabalhar em Angra.
Amanhã estarei postando o disco de Mel Tormé com a Boss Brass e tambem um álbum do Barrosinho gravado em 1991 - Maracatamba.
PS. Aquela cantina tinha coisas surreais como no dia que Raphael me disse que um amigo dele da Itália, trompetista estava no Brasil e iria lá dar uma canja. Na hora pensei, putz 2 trompetes desafinados vai ser dose! Mas eis que adentra pela porta lateral ninguem menos que Enrico Rava. Quase que ía caindo do praticável com minha gorda - o baixo acústico, de tanta emoção rsss. Figurinha fácil tb por lá era, o então adolescente Vitor Santos acompanhado dos pais por ser menor de idade. Enfim muitas lembranças boas daquela terra.
Saudações serranas pra vc CB
Abraço
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