
ANTONIO FARAÒ
(CB, de Londres)
Dedico esta postagem à minha querida amiga SUZANA que, depois de muitos anos sem dar notícias, apareceu no quadradinho, perguntando por que eu não fizera ainda qualquer referência a ele. Suzana, Faraò ainda é um segredo muito bem guardado e eu já havia preparado uma postagem, que estava no "pen drive" que perdi. Agora vem a melhor parte: se alguém ainda duvida da tal sincronicidade é melhor pensar duas vezes; há poucos dias encontrei um link na Net e preparei esta postagem para a próxima semana. Hoje, ao entrar no blog, deparei com a mensagem da Suzana, perguntand0o pelo Faraò...que coisa, não é mesmo?
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ANTONIO FARAÒ
Pianista nascido em Roma, Itália, em 1965. Fez seus primeiros estudos de piano clássico sob orientação de Adriano Della Giustina, mas já revelava grande atração pelo jazz. A partir de 1983, dedica-se totalmente ao jazz, participando de uma série de festivais, shows em rádio e televisão e recebendo uma série de prêmios. Sua colaboração com grandes nomes do jazz contemporaneo é intensa, trabalhando com artistas como John Abercrombie, Gary Bartz, Billy Cobham, Ronnie Cuber, Chico Freeman, Richard Galliano, Antonio Hart, Lee Konitz, Bireli Lagrene, Didier Lockwood, Tony Scott, Buster Williams e Branford Marsalis, entre outros. Faraò admite a influência inicial de John Williams, pianista que trabalhou com músicos como Stan Getz e Phil Woods, mas demonstra hoje estilo próprio e virtuoso. Faraò não é apenas um menino prodígio que optou pelo jazz: em 1998, convidado pelo grande prianista francês Martial Solal, venceu o prestigiado Concours Martial Solal, patrocinado pela cidade de Paris e do qual somente participam os melhores pianistas do mundo. Muita gente diz que Faraò está fazendo o que Bill Evans andaria fazendo se
estivesse vivo.
(CB)
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ANTONIO FARAÒ
Antonio Faraò (born 1965 in Rome) is an Italian post-bop jazz pianist. He attended the Giuseppe Verdi Conservatory in Milan where he earned an intermediate degree in 1983. He won the X1 Music Review's New Talent Prize in 1987. He won several other international competitions before his debut album in 1999. He followed it up with a second album in 2001. He is known for combining Mediterranean and African-American influences.
(Source: wikipedia)
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ALBUM REVIEW
Being able to translate their own emotions and thoughts in music. That’s the dream of all real musicians. Antonio Farao, with Far Out, his last album, makes this dream come true. And after all how many jazz artists can count on the friendly support of Herbie Hancock? “I’m not often surprised by the recording of musicians the way overwhelmed the first time I heard Antonio Faraò on one of his recent CD’s. What amazed me was what I felt inside of me. There is so much warmth, convinction and power to his playing. I was immediately attracted to his harmonic conception, the joy of his rhythms and swing fell and the grace and ingenuity of his melodic
improvisational lines. Antonio is not a fine pianist but a great one”. (liner notes by Herbie Hancock). After this so authoritative opinions what it’s really possible to say more? Maybe yes. It still remains to talk about musicians of Far Out. They are Bob Berg (sax), Martin Gjakonovski (bass) and Dejan Terzic (drum set). Three musicians considered by Antonio Faraò himself such as his “ideal team”. Far Out is suggested to people always looking for somenthing special by the music they listen to.
Reviewed by: Massimiliano Cerreto
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MINHA OPINIÃO: a Itália nunca foi pródiga em pianistas de Jazz. Ao longo dos anos, um eventual e esparso destaque aqui, outro ali, tais como Stefano Bollani e Paolo Conte. Talvez o mais conhecido tenha sido Romano Mussolini, recentemente falecido, nem tanto pelo talento mas pela curiosidade; afinal ele representou a antitese do "filho de peixe", ou seja: foi um artista sensível, um músico delicado, certamente sem a aprovação (e talvez para desgosto e desespero) do pai - o tenebroso ditador Benito Mussolini. Como se constata na biografia de Antonio Faraò, ele quebrou essa - digamos - barreira e está definitivamente inserido entre os grandes nomes do piano moderno, "post-bop": é um grande pianista, com luz própria, talento imenso, domínio absoluto do instrumento e do dialeto do jazz. Então, aí está ANTONIO FARAÒ, para nos lembrar que a Itália tem algo mais a nos oferecer, além do belcanto, da "cosa nostra", dos sapatos e gravatas requintados e - "last but not least" - das saborosas pizzas.
(*) Ah, ia esquecendo: avalizo, endosso e assino embaixo do comentário de...HERBIE HANCOCK. Precisa mais?
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ANTONIO FARAÒ: Far out
PERSONNEL:
Antonio Faraò (piano)
Bob Berg (sax)
Martin Gjakonovski (bass)
Dejan Terzic (drum set).
TRACKS/FAIXAS
1. Seven steps to Heaven (M. Davis – V. Feldman) 5:02
2. Andalusia 9:24
3. More (N.Oliviero/R.Ortolani) 3:12
4. Cat Steps (G. Ferrio) 3:32
5. Walking with my soul 5:55
6. Far Out 5:24
7. Fields 5:23
8. Simple 5:03
9. For my friend 4:53
10. One Way 7:26
11. Fields (piano solo) 4:13
Um comentário:
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