quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

JOSÉ SANTA ROSA com MEIRELLES & OS COPA 5



Tive hoje uma triste notícia: o falecimento de meu querido amigo JOSÉ SANTA ROSA, contrabaixista desta formação de MEIRELLES e os Copa 5. SANTA ROSA dividia seu talento e paixão pela música com a atividade empresarial: era proprietário de uma indústria de cosméticos. Embora não fosse profissional da música "full time", era muito respeitado entre os músicos (o que é muito difícil, quando não se é músico em tempo integral). A maior prova desse respeito ao seu talento é o fato de ter tocado com legendas como Meirelles e Osmar Milito, famosos por serem muito exigentes. Santa Rosa também gravou com João Nogueira, Charles Rio, Guilherme Dias Gomes, entre outros. Era um músico sério, estudioso e aplicado, apaixonado pelo jazz e que não fazia concessões. Deve estar fazendo um "som" aí no segundo andar, com seu amigo J.T. Meirelles & Cia. Descanse em paz, meu irmão.

Sax: J.T. MEIRELLES
Bateria: RAFAEL BARATA
Trumpete: JESSÉ SADOC
Piano: ADRIANO SOUZA

4 comentários:

HotBeatJazz disse...

CB

Muita saudade do Zé vai ficar.
parece ontem, e foi a 11 atraz, que o encontrei em Angra qdo ele foi fazer um show acompanhando o Zé Nogueira. Depois do show beliscamos um delicioso polvo na beira do cais. isso foi na época que eu ainda fazia meu programa de jazz na FM de lá. Na ocasião matamos as saudades dos tempos da cantina e nos lembramos muito do Nino. Um grande ser humano e uma cultura imensa. Qualquer momento passado na cia dele era inesquecível. A bigband dos nossos amigos na outra dimensão tá ficando grande CB.

CARLOS BRAGA disse...

Mauro,
Sim, o Zé era um grande sujeito. E tinha uma qualidade rara hoje em dia: a sonoridade e fluência no baixo acústico. As novas gerações se esmeram no baixo elétrico mas ficam devendo no "baixo de pau".
Enfim, mais uma boa alma na big-band aí de cima.
Abraços,
CB

CARLOS BRAGA disse...

Mauro,
Sim, o Zé era um grande sujeito. E tinha uma qualidade rara hoje em dia: a sonoridade e fluência no baixo acústico. As novas gerações se esmeram no baixo elétrico mas ficam devendo no "baixo de pau".
Enfim, mais uma boa alma na big-band aí de cima.
Abraços,
CB

CARLOS BRAGA disse...

Mauro,
Sim, o Zé era um grande sujeito. E tinha uma qualidade rara hoje em dia: a sonoridade e fluência no baixo acústico. As novas gerações se esmeram no baixo elétrico mas ficam devendo no "baixo de pau".
Enfim, mais uma boa alma na big-band aí de cima.
Abraços,
CB